Sufjan Stevens – I walked

27 27UTC agosto 27UTC 2010 - Deixe seu recado!

Nova música do Sufjan! Graças ao Pitchfork, essa faixa está com download grátis.

Amo essas músicas do Sufjan que tem as batidas fortes, a guitarra com a maior leveza e a voz suave. Acho que não tem nada melhor para terminar a semana do que com Sufjan.

O álbum The Age of ADZ será lançado em outubro. Sinto que coisas boas virão.

A música em sete palavras: Eu só queria um beijo de adeus.

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por suzanne

Holger – Let’em shine below

24 24UTC agosto 24UTC 2010 - Deixe seu recado!

Clipe saindo do forno! Mais um da Holger, banda paulista bem aclamada pelos críticos de plantão. Sou fã da banda e acredito que venha músicas muito boas no tão esperado Sunga.

Já postei essa música antes, mas agora é com o video.

O vídeo em sete palavras: Curtindo e aproveitando a leveza da vida.

 

They have decided to cover their houses
With mirrors to reflect the sun
They didn’t bother observing the Shabbat
All they wanted was to have some fun
For standing on the brink and looking down upon the things that have been put aside
It’s easy to infer that life should be a bit more bright

Floating into outer space
When the batteries are running low
Watching the sun that’s shinning
On the mirrors down there below ‘coz you know sometimes the prettiest things can come from places you wouldn’t even recognize just like the light from schoolgirls coming from inside

When one thinks about surrender
Just take a while to remember
Oh! That we can stand up

But if I could get much higher
Than the people living on my land
I could sleep with all of the women
And rob most of the banks
But such inconsequence can make you take a change
And perhaps even decide to take those mirrors down and let the light shine from the inside

Let’em shine below
Let’em shine below

When one thinks about surrender
Just take a while to remember
Oh! That we can stand up

And I cannot know how the things will flow
And I cannot know where this path will go
And I cannot show, though it is my goal
To let it glow
Love is made of gold

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por suzanne

Weezer – Memories

15 15UTC agosto 15UTC 2010 - Deixe seu recado!

Memories…. tantas memórias ao ouvir weezer. Música nova, mas não traz muitas novidades no som deles não. Só um pouco de felicidade exagerada. Até que curti essa música, mas não há nada como o green álbum.

A música em sete palavras: Nostalgia ao lembrar das memórias do Weezer.

Pissing in plastic cups before we went on stage
Playing hackey sack back when Audioslave were still
Rage
Watching all the freaky Dutch kids vomit then have sex
Listening to techno music on the bus while we under dressed

Memories make me want to go back there, back there
All the memories make me want to go back there, back there
All the memories, how can we make it back there, back there
I want be there again

Messing with the journalists and telling stupid lies
They had a feeling that something was up
Because of the look in our eyes
In fact we didn’t know what we were doing half of the time
We were so sure of ourselves and sure of our way of life

Memories make me want to go back there, back there
All the memories make me want to go back there, back there
All the memories, how can we make it back there, back there
I want be there again

Now I got so many people that I got to look out for
Never know when I’ll become away and buy some food at the store
I can hear them babies crying and the lawn needs to be mowed
I gotta get my groove on cause I’m freakin bored!

Memories make me want to go back there, back there
All the memories make me want to go back there, back there
All the memories, how can we make it back there, back there
I want be there again

 

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por suzanne

El mató a un policia motorizado – Provincia de Buenos Aires

7 07UTC agosto 07UTC 2010 - Deixe seu recado!

Mais uma do El mató nesse blog e a primeira dessa nova fase!

Adoro essa banda portenha faz bastante tempo, nem sei como los conocí! E essa música é especial pra caramba pra mim! Sueño! Essa música é umas das únicas instrumentais do disco Un millón de euros.

A música em sete palavras: Sueño con la provincia de buenos aires

A banda no trama virtual:

“A calma e iluminacao que procede a tormenta.

El mató a un policía motorizado nasce no ano 2003, pela fusao que gera sons de guitarras distorcidas e de melodias do fogo negro.
Nos ultimos dias do mencionado ano aparece Tormenta roja (single) e no ano de 2004 El mató a un policía motorizado (LP), o primeiro disco cheio.
Depois de apresentá-lo em distintas cidades do país (La Plata, Capital Federal, Bahía Blanca, Villa María, Córdoba, Rosario, Santa Fe e San Miguel de Tucumán), El mató a un policía motorizado cria em Dezembro do ano 2005, o disco que comeca a trilogia que retrata o nascimiento, a vida e a morte, chamado Navidad de Reserva (EP).
Agora na primavera do ano 2006 aparece a segunda parte da trilogia: Un millón de euros (EP).

O novo EP da banda El Mato a un Policia Motorizado fala da vida, dos amigos, das viagens, dos reis, do novo kraut campestre, dos festejos primaverales e dos sonhos efemeros de riquezas infinitas, do punk espacial, de meninas que gostam de viajar, das imagens de um mundo melhor, do indie rock que incomoda e é elegante e das estradas metálicas da mente humana.”

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por Suzanne

Hierofante Púrpura – Sujeito sem brio

6 06UTC agosto 06UTC 2010 - Deixe seu recado!

Só de falara em Hierofante Púrpura me dá vontade de sair cantando! Sou suspeita de falar qualquer coisa sobre essa banda, sou fã desde 2006, desde quando alguém me indicou [se não me engano, foi uma amiga minha]. Desde esse tempo, infelizmente nunca consegui ir em um show deles por percalços dessa vida…. [e olha que moro numa cidade vizinha da deles, Mogi das Cruzes].

Bom, vamos ao que importa: essa banda me fascinou com o EP Asugar-Çugar, que era mais instrumental e cheio de viagens guitarrísticas [a-do-ro] com letras que combinam perfeitamente com a melodia, algo meio angustiante. Para sentir essa sensação, ouça as músicas! [Recomendo todas]. Agora nesse novo EP, Adubado [2009], as músicas são mais instigantes, com o piano bem instrumentado, mais letras e a qualidade continua! Espero, de coração mesmo, que essa banda dure o máximo possível, que nem o Rolling Stones,  sendo bem menos pé frio que o Mick Jagger.

A música em sete palavras: Beija a minha boca, não vou fugir.

A banda pelas suas próprias palavras: “É o que nos mantém juntos.

Existe uma conjunção, que nem precisa ter conotação de fundo astrológico, que faz referência à certas figuras que nos relacionamos durante a vida as quais nos deixam seqüelas, por vezes irreparáveis, como vem sendo minha experiência desde 2005 com uma banda em especial, tal de Hierofante Púrpura, quando pela primeira vez assistí-la. Apesar de serem rostos já conhecidos devido às suas bandas anteriores (Noupe, FUD, Agentes) a atenção para este até então ‘novo projeto’ se virou de tal maneira que tudo que fora feito antes, apesar de importante, perdera seu efeito em minha percepção com esta nítida evolução musical. Sentia-me honrado desde já por deliciar-me da visão clara daquele prato voador no qual o alimento que seria servido por aqueles meninos era coisa fina, de gourmet. Para termos o alimento no ponto pra ser degustado e digerido é preciso cozinhá-lo, para cozinharmos precisamos colhê-lo, para colhermos precisamos fazê-lo crescer, para ele crescer precisamos plantá-lo em solo fértil com uma ajudazinha de irrigação e um bom adubo. Todos sabemos que adubar é uma prática agrícola que visa a conserva ou recuperação da fertilidade do solo através do fornecimento de adubo ou fertilizantes para suprir a carência de nutrientes no tipo de solo escolhido, proporcionando assim o pleno desenvolvimento das culturas vegetais determinantes para uma boa alimentação. Contemporâneamente falando, a banda Hierofante Púrpura de Mogi das Cruzes, hoje radicada em Sampa, nos serve em seu melhor prato da sua melhor refeição, adubando o rock capenga, bunda mole e sem muitos nutrientes que parece ter assolado o indie nacional do fim dos anos 00’s com maestria e muita personalidade, abraçando um experimentalismo de contexto poético e instrumental que é muitíssimo bem tratado em seus mais recentes EPs, o genialmente estranho ADUBADO, evoluindo para uma CRISE DE CREIZE, ambos de 2009. A procura pela libido primária em estruturas bizarras para uma primeira audição em ouvidos habituados e conveniados ao “mais do mesmo” gera sim estranheza, e este é o fator X o qual torna a Hierofante Púrpura uma das bandas mais interessantes desta atualidade descartável de velocidade rasante que atende provisoriamente pela alcunha de geração internet, afinal de contas, a contextualização musical onde são inseridas frases como “cadê aquele homem que dizia fazer pipas?”, “quem sabe um dia ser um velho mais calmo?”, “beija minha boca” ou mesmo “olho pra mim mesmo, tá tudo bem, tá legal!” nos traz um sentimento de plenitude vasta repleta de anseios para alcançá-la, como se fosse uma espiral do bem. O mostro está assim adubado. E crescente. E mais do que nunca pronto para ser servido. O instrutor, o revelador da luz, o grande mestre dos testes da vida, o sumo sacerdote da mais alta hierarquia, o hierofante vestido de roxo, nos conduz a um voo extrassensorial de percepções ilimítrofes, enchendo nossos paladares de gostos, sabores, sensações, lembranças e intenções. E o melhor é que isso tudo é palpável e está facilmente ao alcance de nossas mãos em um show do Hierofante Púrpura mais próximo de você.”

Ler mais: http://www.myspace.com/hierofantepurpura#ixzz0vpSTFTni

 

 

O peito soa, mas eu não sou servil.
Visto, me dispo, despisto, conquisto, bem quisto sou.
Vem cá meu bem.
Se um som ecoa, na sua mente vil.
Olha aqui, vem pra cá, sem sentir, sem saber, só gozar.
Rir não dá mais!
Rir não dá mais, beija a minha boca, beija a minha boca.
Beija a minha boca, beija a minha boca.
Te sangro a boca ou faço devagar, suas manias são pra me podar.
É tiro no escuro, o seu charme é nulo. E eu to afim.
E fez-se a média, a seguir arranco os olhos.
E não sou de perder o controle não, não sou de fugir.
Beija minha boca, (Ah! O meu céu… corpo e alma) beija a minha boca.
Beija. Beija a minha boca.

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por Suzanne

Bendito Seja – Santo Antônio

5 05UTC agosto 05UTC 2010 - 2 Respostas

Sábado passado, eu, de boa no msn, me deparo com uma mensagem de um amigo que não conversava há tempos: ouve minha banda! Ouvi e recomendo. Conheço o Fúlvio faz um tempão, já ouvi diversas de suas bandas [até o conheci por causa que minha amiga tocava na banda de um outro amigo, o Daniel, e a banda deles era  a Mr. Burns, depois o Daniel tocava na Dump com o Fúlvio. aff. que história grande e complicada!]. Bom, voltando ao novo projeto, a Bendito Seja é uma daquelas bandas que você ouve, ouve, ouve e sempre fica com um gostinho de quero mais.

Deixo as minhas palavras pelas próprias palavras da banda:

“Falar de Bendito Seja é falar de pluralidade. Sabe aquelas coisas que, se misturadas, parecem impossíveis de dar certo? Com essa banda paulista esse preceito foi totalmente inverso: as diferenças ideológicas e musicais tornaram o grupo “algo completo”. Desde a sua criação, em 2006, na cidade de Suzano, o Bendito Seja passou por muitas adaptações. Contudo, os integrantes jamais deixaram de lado o desejo de fazer música de qualidade e, mais, fazer com que cada uma seja única. A mistura de ritmos, proporcionada pela singularidade dos componentes, tornou-se essencial na composição das letras e melodias que ora embalam corações apaixonados, ora chamam a atenção para questões sociais. É difícil definir o estilo da banda. Cada pessoa que ouve Bendito Seja se identifica com um aspecto, um ritmo diferente. Por isso, o rótulo fica a critério do público. Dentre os ingredientes que compõem a banda, estão: a arte, o eletrônico, o samba, a psicodelia, o pop, o modernismo, aquele tal de rock’n roll, a vanguarda e, o principal, muita maionese. A música não carece, necessariamente, de definições e sim de sentimentos. O Bendito Seja faz exatamente isso: música de corpo, alma e de coração.”
E concordo plenamente.
A música em sete palavras: Um rolê para recomeçar o mesmo amor.

Ler mais: http://www.myspace.com/benditoseja#ixzz0vkAtIiwv

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viaSanto Antônio by Bendito Seja.

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Smashing Pumpkins – Drown

31 31UTC julho 31UTC 2010 - Deixe seu recado!

Dias sem postar, dias de férias!!!

Acordei hoje com a maior vontade de ouvir Smashing Pumpkins, aí essa música veio a calhar… preciso apagar uns fantasmas do passado! E nada melhor que uma fossa com essa banda do sombrio Billy Corgan!

A música em sete palavras: Pé na bunda dos fantasmas do passado!


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No matter where you are
I can still hear you when you drown
You’ve traveled very far
Just to see if I’ll come around
When I’m down
All of those yesterdays
Coming down

No matter where you are
I can still hear you when you dream
You traveled very far
You traveled far, like a star
And you are
All of those yesterdays
Coming down

Is it something someone said?
Was it something someone said?

Yesterday the sky was you
And I still feel the same
Nothing left for me to do
And I still feel the same

I wish, I wish I could fly
I wish, I wish I could lie
I will, I will try
I will, I will
Goodbye

 

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por suzanne

Pulp Fiction – Misirlou

22 22UTC julho 22UTC 2010 - Deixe seu recado!

Essa é a música-tema do filme Pulp Fiction, que como todo mundo sabe, é ÓTIMO ! Recomendo para todo mundo. E a música também, ótima.

A música em sete palavras : ta na na nam na na naaam


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Por Gabi Szini

South – Paint the silence

20 20UTC julho 20UTC 2010 - Deixe seu recado!

Para começar colaborando, postei uma música que ultimamente ando viciada. Faz parte da trilha sonora do The O.C., BONS TEMPOS ! hahahahahaha

A música em sete palavras: don’t paint the silence black, save me !


MusicPlaylist
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How can you say your life is empty
So late in the day
Why would you stay another second
Now your sight got in the way
A combination
Of love and aggression
Another second lived

Don’t paint the silence black now save me
Don’t leave it a day
You got a right to stand or die so maybe
You take chances all the same
Pain comes in stages
If we dont make it
Nothing changes

Now the violence sleeps inside
Abandoned feeling for just a piece of mind
It’s the reason why your teething side frustrates me

Now the violence sleeps inside
Abandoned feeling for just a piece of mind
It’s the reason why your teething side irates me

Dont leave me to pick up on your questions
Not even a day
It’s alright to finish up your sentence
You talk all the same
Pain comes in stages
If we don’t make it
Nothing changes

Now the violence sleeps inside
Abandoned feeling for just a piece of mind
It’s the reason why your teething side frustrates me

Now the violence sleeps inside
Abandoned feeling for just a piece of mind
It’s the reason why your teething side irates me

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 por Gabi Szini

Nova colaboradora!

20 20UTC julho 20UTC 2010 - Deixe seu recado!

A partir de hoje, contaremos com a ajuda super bem vinda da Gabi Szini, que por sinal tem um ótimo gosto musical [nem digo que influenciei a garota!]

Bom, logo logo temos um post dela!

See ya.

por Suzanne

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